Segue foto do p.a vertec na montagem de hoje do planeta terra 2009, esse P.A é da Gabisom, amanhã vou alugar o Renatinho para uma palinha do que tem lá na técnica desse festival e porque a escolha do sistema da JBL.
04/11/2009
P.A Main Stage planeta terra 2009
Segue foto do p.a vertec na montagem de hoje do planeta terra 2009, esse P.A é da Gabisom, amanhã vou alugar o Renatinho para uma palinha do que tem lá na técnica desse festival e porque a escolha do sistema da JBL.
20/10/2009
rio 2009 / 2016
06/10/2009
Fofoca sobre a maça ...
Rumor: Apple negocia compra do Twitter por US$ 700 milhões
O burburinho da vez no mercado é sobre uma possível negociação do Twitter pela Apple, que pagaria US$ 700 milhões pelo serviço de microblogging. Segundo a fonte do Valley Wag, um alto executivo da Apple, as conversas são sérias. A idéia seria anunciar a aquisição em 8 de junho durante a Conferência Mundial de Desenvolvedores da Apple.
Como a empresa sensação do momento, com uma avaliação de US$ 250 milhões, o Twitter está na mira de todos. Quase foi comprado pelo Facebook por US$ 500 milhões. O que empacou o negócio foi a forma de pagamento, que seria feito parte em dinheiro e parte em ações do próprio Facebook. O problema é que investidores do Twitter não concordavam que as ações do Facebook tinham o valor estipulado na transação.
Depois falou-se sobre uma possível aquisição pelo Google, o que mais se revelou mais provável como uma negociação de uma parceria. Hoje se fala que houve mesmo uma tentativa de compra, que foi recusada pelo CEO Evan Williams. Ele não estaria interessado em vender a empresa no momento mesmo por uma proposta muito alta.
Agora é a vez da Apple. A princípio, parece um negócio atípico, já que a Apple não é forte na internet. Isso é apontado como um dos motivos: a Apple busca ganhar músculos na web com uma equipe que tem tradição nisso - Evan Williams, do Twitter, criou e vendeu o Blogger para o Google. Mas a real questão gira em torno do iPhone.
Muitos aplicativos que interligam o smartphone ao Twitter são populares. Isso mostra que muitos usuários do iPhone gostam do Twitter. O número de aplicativos do gênero também aumenta a cada dia, o que indica uma alta popularidade também entre desenvolvedores de software. Seria interessante, portanto, integrar o Twitter ao ecossistema Apple. De quebra, ainda tiraria a startup do alcance da concorrência.
Improvável? Sim. Sem sentido? Não.
21/09/2009
Engarrafados apresentação nessa sexta as 22:30hs TV CULTURA

17/09/2009
Balada na rede
10/09/2009
Relax music

Por Alexandre Matias – Trabalho Sujo
Céu sorri. Preguiçosa, estica-se pequena num cenário de graves quentes, timbres analógicos e percussão minimalista. Efeitos sonoros (o crepitar do vinil, um lento scratch) e teclados elétricos da idade da pedra ajudam a desenhar uma paisagem descrita em câmera lenta. Envolta na névoa branca da psicodelia jamaicana, ela, no entanto, não é uma Alice recém-chegada no país das maravilhas do dub. Pelo contrário – pela cor amarela das pontas dos dedos das faixas de Vagarosa dá pra perceber que ela mesma é a patroa, a própria Lagarta fumando em seu narguilé, enquanto recosta-se sobre seu sofá-pufe em forma de cogumelo. Ela é nativa.
Embora não pareça. O sorriso estampado na capa do primeiro disco foi bookmarcado pela Apple e ajudou a vender a loja de MP3 de Steve Jobs como uma de suas artistas favoritas, quase sempre apresentada junto de seus produtos como exemplo da pluralidade da empresa. Seu sempre referido berço musical (”filha do maestro Edgar Poças, o criador da Turma do Balão Mágico, começou cedo no meio artístico”, todas as matérias irão dizer) também a coloca como refém de uma inevitável carreira musical, quando, na verdade, muitos dos méritos são seus.
Vagarosa, seu segundo álbum, começa com um pequeno prelúdio em samba (”Sobre o Amor e Seu Trabalho Silencioso”) tocado apenas ao cavaco e disfarça na largada, mas reforça seu mote logo na primeira frase: “Vai pegar como bocejo”. É a primeira de uma série de metáforas que reforçam, no decorrer do disco, seu clima lento e sossegado – e também é mesma conclusão do refrão da primeira música de fato: a irresistível “Cangote”, que instaura a vibe de sauna canabista que impregna as paredes do álbum, que esparrama-se e rola por sobre timbres cirurgicamente aquecidos pelos produtores Beto Villares e Gustavo Lenza que, ao lado da cantora, recepcionam nada menos que a fina flor da música brasileira atual.
Por Vagarosa passam luminares da primeira década do século no país: Fernando Catatau, BNegão, os Sebozos Postiços (Lucio, Pupilo e Dengue), os teclados de Bactéria (Mundo Livre S/A) e Chiquinho (Mombojó), os sussurros de Thalma de Freitas e Anelis Assumpção, Curumin e Guizado, além do veterano baterista Gigante Brazil e do highlander Luiz Melodia, único responsável por tirar o disco do clima esfumaçado do Sumaré e trazê-lo para o samba de alguma das duas Lapas – a paulista ou a carioca -, na deliciosa “Vira Lata”.
Mas entre tantos convidados ilustres, Céu ainda é a patroa. Como no primeiro disco, o novo também funciona na medida de sua voz – por vezes inflexível e hipnótica (”Papa”, “Sonâmbulo”, “Nascente”, “Ponteiro”), por outras sedutora e caliente (”Cordão da Insônia”, “Grains de Beaute”, “Bubuia”). Ela equilibra timbres e músicos com sua batuta vocal e a pós-produção só salienta ainda mais sua presença musical, tratando arranjos de cordas e de metais, convidados e instrumentos como samples vivos. Vagarosa é um disco quase gêmeo de 3 Sessions in a Greenhouse, de Lucas Santtana, mas enquanto Lucas convidava o ouvinte para entrar no universo dub em pleno estúdio, Céu deixa seu espectador do outro lado do vidro, transformando-se – e a todos em seu disco – num animal de zoológico, encarcerada como atração turística. Questão de ponto de vista: do lado de lá, ela está livre em sua nação de sons e sonhos, cantando para ouvintes encarcerados do outro lado do vidro. Ao pegar carona com o dub, Céu deixa os clichês de MPB anos-luzes no passado e livra-se de toda uma herança secular brasileira (o compromisso com o samba é assumido de forma quase didática, através da participação de Melodia e pelo cover de Jorge Ben com os Sebosos Postiços, em “Rosa Menina Rosa”) para abraçar uma sonoridade mais próxima de nossos dias do que os dos ídolos de nossos pais, que ainda teimam em dar a benção para quem quer se aventurar nesse métier. Céu nem olha pros lados, chama os amigos, mira pra frente – e vai embora. Sorte nossa.
UMA CAMERA LIGADA PODE SER UMA ARMA.

A Doriu Kamera K.K. foi uma firma japonesa que se dedicou ao fabrico de câmeras de filmar com forma de pistola no já longínquo ano de 1949. Este tipo de artefacto era destinado ao uso das forças policiais ou de segurança, principalmente para registar actos criminosos em filme e poder servir de prova em tribunal. O primeiro modelo, a DORYU 1, produzido em 1952, utilizava película de 9,5 mm mas logo foi abandonado por falta de robustez e pelo formato pouco comum da película. A firma desenhou então uma nova versão para película de 16 mm, a DORYU 2-16.

O novo modelo, terminado apenas em 1954, possuía uma lente de 30 mm de f 2.7 ou, em alternativa, um conjunto mais sofisticado de lentes Nikkor de 25 mm de f 1.4. O suporte era uma réplica muito realista do corpo de uma pistola. Na parte da frente, onde seria o cano da arma, era colocada a câmara propriamente dita, com as lentes e as mini-bobinas com o filme, accionada pelo gatilho, obviamente.
Um pormenor interessante situava-se ao nível do punho do aparelho que recebia um carregador não de munições mas de... cartuchos de magnésio! Estes cartuchos, accionados pelo gatilho como numa arma comum, lançavam o pó de magnésio para o ar e actuavam como um flash potente que iluminava até 20 metros. Depois de usados eram ejectados como uma vulgar munição. Todo o processo era um pouco perigoso para o utilizador, que podia queimar-se.

A DORYU 2-16 nunca chegou a ser adoptada pela polícia, que preferiu um produto idêntico da Mamiya. De facto, há alguns relatos de testes ao aparelho nada favoráveis, referindo a má qualidade das lentes e a pouca funcionalidade dos sistemas mecânicos, o que talvez tenha sido o motivo da sua rejeição. Mesmo assim a concepção da câmera revelava grande engenho e originalidade. Com algumas modificações, que a tornaram mais simples e robusta, foi posta à venda ao público. Muito poucos a adquiriram, como o senhor Ryu Koakimoto, hoje o feliz proprietário de um objecto tão raro como fantástico. tem mais info no link OBVIUS
criatividade sem cor
A partir daí, com um conjunto de dobragens, vai deixando marcas que se ajustam para formar desenhos que parecem traçados a tinta invisível com profundidade de campo e tudo mais. O resultado, pela simplicidade dos meios utilizados, é belo e sedutor.
Nascido em 1976 em Colónia, na Alemanha, está ligado às artes desde muito cedo. Fortemente inspirado no Surrealismo e em Samuel Beckett, os trabalhos de Schubert abrangem sobretudo temas arquitectónicos, situações comuns e objectos do nosso quotidiano. Apesar de utilizar diversos materiais sofisticados em alguns trabalhos, foi com a simplicidade das dobragens de papel que muito da sua obra foi divulgada e conhecida, quer ver mais ? clique a arte do papel.



